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<!DOCTYPE HTML PUBLIC><meta name="viewport" content="width=device-width, initial-scale=1, minimum-scale=0.8"><meta http-equiv="Content-Security-Policy" content="upgrade-insecure-requests"><body><div id="content" style="max-width:1200px;overflow:auto"><pre> DICAS 2
PLACA DE REDE
Ok, Gente,
Peço auxílio a vocês:
Instalei a placa de rede através do modprobe -ne
e forneci o endereco e o IRQ da placa NE2000.
No boot, o Linux detecta minha placa, NE2000 found at 0x240 IRq=3
Bem, gostaria de acessar meus arquivos que estão no outro micro Windows98,
e que roda uma rede Microsoft. Qual o próximo passo ?
Posso fornecer alguns dados para vocês me ajudarem:
--------------------------------------------------------
A rede consiste em 2 micros.
Num deles, roda só Windows98, e o nome da maquina se chama MEGA2
No outro micro, roda o Linux, e também Windows98 através do LILO.
Quando ele roda Windows98, a rede já está funcionando beleza, toda
configurada, inclusive roda o Wingate, para compartilhamento de um modem
que existe na primeira máquina: (a MEGA2)
Pois bem,
O primeiro micro, (Mega2), que roda o Wingate, tem como servidor de DNS:
200.253.245.2 que é o DNS do meu provedor.
e como Host: dihelson
e como dominio: netcariri.com.br
e como IP (do TCP/IP compatível com NE2000) 192.168.0.1
e como máscara de sub-rede: 255.255.255.0
É Claro que na configuracão de TCP/IP da Dial-Up permanece IP dinâmico...
O nome da segunda máquina (A que tem o Linux, e que Eu quero configurar),
se chama Mega1 no Windows.Ela possui IP fixo: 192.168.0.2 (seguindo a
sequencia 192.168.0.1), que aponta para a primeira máquina, e possui como
Host: dihelson2
e como dominio: netcariri.com.br
E agora ? será que com esses dados aí, dá pra vocês me darem alguma Luz em
como repasso essas informacões e outras mais para as configuracões de Rede
do Linux ?
Agradeco muitíssimo desde já,
[]'s
Dihelson Mendonca
------------------
> Gostaria de saber se alguem da lista esta usando o Linux para acessar um server
> novell da rede Interna.
>
> Gostaria de saber como fazer isso e se é possível montar esta unidade remota
> novelll como um diretorio local.
No Guarani eu alterei o arquivo '/etc/sysconfig/network' acrescentando
as seguintes linhas :
IPX=yes
IPXAUTOPRIMARY=on
IPXAUTOFRAME=on
E tornei os executáveis '/usr/bin/ncpmount' e '/usr/bin/ncpumount' SUID
( o que é um risco ) para que os usuários possam fazer a montagem
Não esqueça de instalar o pacote "ipxutils", é nele que estão os
programas que vão configurar a interface "eth0" para o IPX.
Roxo
----------------
Dihelson Mendonca wrote:
>
> Oi, pessoal,
>
> Após configurar a interface, no Startx, fiz umas alteracões nos nomes de
> HOSTS, etc, e quando agora, Eu dou um boot, o Linux fica um tempão,
> tentando ativar o Sendmail, depois pula para o :
> "Inicializando servicos SMB"
> fica aí, e Para.................
Voce alterou o nome da sua maquina direto no arquivo de hosts?
Se for, pode ser este o problema. Voce nao deve alterar o nome da
maquina diretamente no arquivo, pois existem varios programas que
dependem dele, quando quiser alterar o nome da maquina use o comando
'hostname novo_nome'.
Para tentar resolver inicie o Linux passando a opcao 'linux 1' no prompt
do Lilo, isso fara o Linux entrar no modo monousuario, tente mudar o
nome novamente.
> Alguma dica? Aliás, como faco pra configurar a minha rede no Linux, pra
> acessar minha maquina Windows ? roda rede Microsoft.
Se sua placa ja estiver funcionando normalmente, de uma lida no
SMB-HOWTO, la diz o que vc precisa para acessar uma rede Windows.
--
Fabio Henrique
---------------
> é simples: Estou aqui, tentando ainda instalar minha rede, de um micro
> Linux, pra outro Windows.
> Após configurar a interface, no Startx, fiz umas alteracões nos nomes de
> HOSTS, etc, e quando agora, Eu dou um boot, o Linux fica um tempão,
> tentando ativar o Sendmail, depois pula para o :
> "Inicializando servicos SMB"
> fica aí, e Para.................
> E agora, como é que Eu faco pra ele pular essa parte e cair no prompt ?
> Já dei Control+C, Control-TUDO, a unica coisa que ainda funciona é
> Coltrol+ALT+DEL, aí, é de matar, ne ??
> Alguma dica? Aliás, como faco pra configurar a minha rede no Linux, pra
> acessar minha maquina Windows ? roda rede Microsoft.
Entra como Linux single e edita... os arquivos que voce mudou para
voltar ao normal... ou entao tira o samba do rc.3 (acho que estah
neste)...
--------------
Nao recorro muito aa lista sem antes ter esgotado meus parcos conhecimento
sobre o assunto, mas este jah estah esgotado a umas 2 semanas... :)
Estou tentando configurar uma NE2000, setada para IRQ 10, IO 340 e nao
estou conseguindo. Estou fazendo o seguinte:
1- Entro no linuxconf
2- Vou a Ambiente de Rede
3- Coloco 0x340 em E/S e 10 em IRQ para o adaptador 1
4- Quando tento prosseguir, uma mensagem aparece dizendo que hah um erro na
linha 1 do arquivo /etc/resolv.conf e nao consigo sair disso.
Neste arquivo hah apenas a palavra "search" na primeira e unica linha.
Como eh que eu poderia configurar minha placa de rede? Vi que um programa
chamado nodprobe talvez pudesse ajudar, mas este parece nao estar presente
na minha instalacao. Minha instalacao eh a seguinte:
MII 300 numa PC100 (M577)
64MB RAM
Trident AGP 9750
NE2000
Linux Conectiva Guarani 3.0
Se alguem puder me ajudar, agradeceria. No Win98 estah funcionando OK com
os outros micros.
PS: Quando eu faco um "Reply" para a lista, esta mensagem nao eh
direcionada automaticamente para a lista, mas tao somente para o usuario da
lista que eu escolhi no Reply. Para que eu envie para a lista, devo apagar
o nome do gajo e entao colocar o endereco linux-br@bazar..... Por que eh
que esta lista nao reporta no FROM que veio da lista?
[]'s do amigo Emidio
-----------
linha 1 do arquivo /etc/resolv.conf e nao consigo sair disso.
>
> Neste arquivo hah apenas a palavra "search" na primeira e unica linha.
O "search" precisa de um parametro. No caso, um dominio em que ele
vai procurar nomes "incompletos" que voce de.
Por exemplo, se voce coloca lah "search nutecnet.com.br" e
digitar, no seu netscape, 'www', ele vai procurar 'www.nutecnet.com.br'.
Mas esta linha eh dispensavel. Pode apaga-la. No seu
/etc/resolv.conf soh eh necessaria uma linha, da forma
nameserver <ip>
Em que <ip> eh o ip do DNS do seu provedor. Alias, normalmente
voce vai ter duas linhas desssas, uma pro DNS primario e uma pro
secundario.
E isso nao tem nada a ver com a sua placa de rede, alias...
rbp
> PS: Quando eu faco um "Reply" para a lista, esta mensagem nao eh
> direcionada automaticamente para a lista, mas tao somente para o usuario da
> lista que eu escolhi no Reply. Para que eu envie para a lista, devo apagar
> o nome do gajo e entao colocar o endereco linux-br@bazar..... Por que eh
> que esta lista nao reporta no FROM que veio da lista?
Se voce der "reply to all recipients", vai pra quem mandou E pra
lista. Isto eh pra encorajar as pessoas a nao mandarem qualquer resposta
pra lista e a pensarem antes de enviar algo.
Rodrigo Bernardo Pimentel <rbp@pobox.com>|
KERNEL 2.2.5 E IMPRESSORAS
On Thu, 8 Apr 1999, Valdemir Melechco Carvalho wrote:
> Tambem tive exatamente o mesmo problema. Ja' enviei questoes para esta
> lista (ha' algum tempo atras), para a lista da Debian e para a do
> LINUSP.
Ola
qual e extamente o problema que vcs estao tendo com a impressora??
testei algumas impressoras no kernel 2.2.5 e nao tive problemas.
Funcionou melhor que nos kernels 2.0.
Lembre-se que o kernel 2.2 mudou o modo como o ele usa o porta paralela.
Agora tem um "driver" generico para a porta (parport) e um para o
dispositivo que vai ser usado (impressora, zip, etc).
Dica de conf. do kernel:
Linux Kernel v2.2.5 Configuration
General setup
<M> Parallel port support
<M> PC-style hardware
Plug and Play support
[*] Plug and Play support
<M> Auto-probe for parallel devices
Character devices
<M> Parallel printer support
[*] Support IEEE1284 status readback
no /etc/conf.modules coloque:
alias parport_lowlevel parport_pc
O "IEEE1284 status readback" permite que leia a porta, ex: cat /dev/lp0
A numeracao das lps comeca em "0". Independente da IO da porta.
Paulino Kenji Sato | Universidade Estadual de Maringa
mailto:paulino@dfi.uem.br
---------------
> Tambem tive exatamente o mesmo problema. Ja' enviei questoes para esta
> lista (ha' algum tempo atras), para a lista da Debian e para a do
> LINUSP.
> Continuo tambem sem solucao. Desisti de ter um impressora ligada ao Linux,
> o que e' extremamente lamentavel... Foi a unica vez em que o Linux me
> deixou na mao ate' agora.
Palpites:
1) Mudar de lp1 para lp0 (motivos no parport.txt).
2) Tentar podar o parport como pooling, sem usar o IRQ.
--
Ricardo Yassuo Igarashi
E-mail: iga@that.com.br
LIB PRO COREL 3.5
>Baixei o Corel 3.5 for Linux e instalei ele no meu Linux, mas quando tentei
>executar ele pediu por um tal de libwix.so. Alguém sabe onde encontro essa
>lib?
A LIB está no próprio Corel, basta vc fazer o seguinte no profile do usuário
(.bash_profile) que terá
deireito a usar o Corel:
crie estas variáveis:
CORELHOME=/diretorio_de_instalação/corel (no meu caso o rpm colocou ele em
/opt/corel)
LD_LIBRARY_PATH=/diretorio_de_instalação/corel/linux_i386 (no meu caso
/opt/corel/linux_i386)
exporte as variáveis
no seu PATH adicione:
:$CORELHOME/linux_i386:$LD_LIBRARY_PATH
execute o profile e divirta-se!
RAD OBJECT PASCAL FOR LINUX
visite a pagina http://www.informan.com.br/ice_cub.html
--------------
MySQL - http://www.tcx.se
Leia a licença, não é GPL mas é livre para uso, não para comercialização
de um produto que requeira o mesmo.
- Arnaldo
PLACA DE TV
Consegui funcionar a placa de TV AimsLab VideoHighway TR288i no Linux.
Usei o Wine para executar o software de controle da placa (que está
instalado no Windows 95). Para isso precisei alterar o arquivo
/etc/wine.conf adicionando as seguintes linhas na seção [ports]:
read=0x500,0x502
write=0x500,0x502
obs: a minha placa está configurada para usar o endereço 500.
Depois executo o seguinte comando:
wine /mnt/win95/tr288i/tv288.exe
Mas só está funcionando com o root, então executo o su antes. Com um
usuário normal o programa avisa que o endereço não está configurado
corretamente.
Precisei também reconfigurar o alinhamento da imagem, pois a resolução
que uso no Linux é diferente no Windows, executando o arquivo
cf288.exe.
Acho que agora não tem mais nada em minha máquina que dê motivo pra eu
ainda usar o win95. :)
[]s
Daniel
PS: Esta máquina está com o Conectiva Linux Marumbi, kernel 2.0.36 e
wine 990328.
GERENCIADORES DE JANELA E X
Qual a diferença entre o X e Gerenciador de janelas, se eu ñ me
> engano Gerenciador de janelas seria o kde ou WMaker, e o X que bicho é
> este?????
Bem, vamos lah. Vou ser bem simplista.
O X eh o "servidor grafico". Em Unix (e Linux), o ambiente grafico
funciona como cliente-servidor. O X, no caso, eh o servidor. Os programas
que voce abre no X (xterm, netscape, etc) sao clientes. Ou seja, eles se
"conectam" no X e sao abertos. Daih voce poder chamar programas de fora do
X e eles aparecem no X (experimento: abra o X, digite Ctrl-Alt-F2, voce
vai cair numa tela nao grafica, digite "DISPLAY :0.0" sem aspas, digite
"xterm" sem aspas, digite Ctrl-Alt-F7 pra voltar pro X e veja lah aparecer
o xterm que voce chamou do console). Alias, eh possivel fazer isso mesmo
de outra maquina, alem de "requisitar" programas para o seu X (jah abri
muito Emacs de outras maquinas no meu X).
Bem, entao, resumindo, o X eh o servidor grafico.
Soh que, por decisao de design do pessoal que desenvolveu o X, ele
nao se preocupa com a aparencia, com menus, com nada disso (experimente
digitar no console soh "X", ao inves de "startx"; daih pode repetir a
experiencia acima).
Daih entram os gerenciadores de janelas (window managers). Eles
sao os responsaveis por definir a aparencia e comportamento das janelas,
mouse etc no seu X.
O KDE e o Gnome sao um pouco diferentes disso. Nao sao window
managers (wm), mas ambientes graficos integrados. O Gnome ateh aceita que
voce rode um wm ao mesmo tempo em que ele eh rodado (o KDE, que eu saiba,
nao). Eles se preocupam em integrar os objetos que estao no seu X. Isso
possibilita, por exemplo, "Drag and drop".
Rodrigo Bernardo Pimentel <rbp@pobox.com>
-----------------
X, X11, X11R6, X Windowing System, X Windowing System Version 11 ou X
Windowing System Version 11 Release 6: conjunto de especificações de como
um sistema gráfico deve ser, incluindo comunicação entre o cliente X (o
programa sendo rodado) e o servidor X (o que cuida realmente dos gráficos
da tela)
XFree86: implementação do X11R6 para plataformas Intel 386 e superiores.
Aplicativo X: um programa qualquer que contate o servidor X para poder
apresentar-se graficamente na tela.
Gerenciador de Janelas: um aplicativo X especial que é o responsável por
dar às janelas do ambiente gráfico o seu visual. É ele o responsável por
barras de título, bordas, botões nas barras, arrastamento e
redimensionamento de janelas, etc. Cada Gerenciador de Janelas tem seu
visual diferente. Em inglês, window manager; não confundir com Window
Maker, que é um dos gerenciadores de janelas que existem.
KDE: conjunto de aplicativos e padrões para rodar sob o X. Um deles é um
gerenciador de janelas, o kwm.
Window Maker: um dos gerenciadores de janelas que existem.
GNOME: semelhante ao KDE, é um conjunto de aplicativos e padrões para rodar
sob o X.
--
Thiago Macieira
MONTAR DISQUETE
Uma solucao um pouco mais limpa seria colocar essas informações no /etc/fstab:
/dev/fd0 /mnt/floppy vfat defaults,noauto,user 1 1
daí, é só utilizar
mount /mnt/floppy
ou
mount /dev/fd0
para montar.
Ou, também existe o fdmount. Só que ele não funciona com VFAT.
--
Thiago Macieira
PERMISSÕES
> 1- pq mesmo eu usando o umask 000 ele continua mudando as permissoes (
> subraindo 022 )?
Não deveria. Mas lembre-se de que o umask só vale para arquivos sendo
criados, não os sendo modificados. Os modificados mantêm as permissões.
No entanto, pode ser que o programa que está usando para criar o arquivo
esteja forçando o umask 022. Não deveria.
> 1.1- pq depois de um boot o umask volta para 022
Porque em alguma linha dos scripts de inicialização tem uma linha "umask
022". Ou esse é o padrão.
Tanto faz. Apenas coloque "umask 0" nos scripts de logon.
> 2- pq eu mesmo deixando o dono e o grupo dono como nobody ele troca para
> usuario e grupo de usuario
Não deve. Só o superusuário tem o poder de trocar um arquivo de dono. E,
mesmo assim, não é o costume alterar o dono quando se edita um arquivo. Já o
grupo é outra história: a cada edição, ele normalmente assume o grupo padrão
do usuário fazendo as modificações (GID). A não ser que o diretório seja
setgid.
> 3- pq mesmo alterando o padrao de criacao de arquivos e diretorios pelos
> usuarios no linuxconf para 777 ele continua trocando as permissoes para
> 755
Essa eu não sei.
Só para confirmar ou negar uma suspeita: você não estaria criando esses
arquivos via Samba, estaria?
--
Thiago Macieira - UFOT Registry number: 1001
*thiagom@iname.com
DUAL BOOT - LILO
> hd com Linux como master e o com o Windows como escravo, configurei no
> linuxconf para que a inicialização do win95 fosse em /dev/hdb1, mas quando
> escolho para entrar no Windows ele diz q disco está sem sistema, eu sei que
> se eu tivesse instalado primeiro o Windows o lilo faria automaticamente o
> Dualboot, mas eu ñ quero instalar o Linux de novo.
O Windows não gosta de ficar no HD escravo.
Coloque-o como mestre (tradução de maste) e o Linux como escravo (que heresia!
:-P). Depois, utilizando um disco de boot (você vai precisar), reconfigure o
LILO para que o Windows seja /dev/hda1 e o Linux, /dev/hdb1.
Lembre-se também de alterar o /etc/fstab do Linux para apontar para as partições
corretas.
--
Thiago Macieira
COMPILAR KERNEL
> Tenho o linux Red Hat 5.2 (Apollo) com o kernel 2.0.0.36.
> Quando eu tendo compilar o kernel /usr/sbin/linux/make config, eu recebo
> a seguinte mensagem:
>
> make: *** No rule to make target `config`. Stop.
Passos para compilar o kernel:
1) refletir se você realmente precisa/quer compilar o kernel;
2) ler o Kernel HOWTO;
3) ter certeza que leu o Kernel HOWTO;
4) verificar se você tem instalado o compilador, o make e o código fonte do
kernel;
5) se você leu o Kernel HOWTO, deve saber o que fazer aqui.
make menuconfig
O seu erro provavelmente ocorre no passo 4.
--
Thiago Macieira
--------------
> Tenho o linux Red Hat 5.2 (Apollo) com o kernel 2.0.0.36.
> Quando eu tendo compilar o kernel /usr/sbin/linux/make config, eu recebo
> a seguinte mensagem:
>
> make: *** No rule to make target `config`. Stop.
/usr/sbin ou /usr/src?
Para compilar um programa, voce precisa:
1) Ter o codigo fonte;
2) Ter o compilador;
3) Ter o make;
4) Rodar o make no lugar certo, onde existe o Makefile.
--
Ricardo Yassuo Igarashi
E-mail: iga@that.com.br
SCRIPT PARA ACESSO AO ZIP DRIVE
> como eu e podem se deparar com o mesmo problema ou semelhante... Criei um
> arquivo 'zip', coloquei as duas instruções lá. Fiz um chmod 755 zip. E um
> criei um ícone na barra de tarefas do icewm para: /diretório/zip. Que
> felicidade!
Complementando, fiz algo um pouquinho mais elaborado, pra poder
usar a impressora tb. Carrego o modulo da impressora no boot.
Passo o tipo de filesystem do zip como parametro pro script. Por
default, ele usa ext2.
Vendo agora, fiz algumas mudancazinhas, pode ter algum erro.
#!/bin/bash
# rbp@pobox.com
if [ "$1" == "-" ]
then
umount /zipdrive
PPA=`lsmod | grep ppa | cut -f 1`
if [ PPA == "ppa" ]
then
# Tira ppa"
rmmod ppa
fi
LP=`lsmod | grep lp | cut -f 1`
if [ $LP != "lp" ]
then
# Insere impressora
modprobe lp
fi
else
if [ "$1" == "" ]
$TYPE='ext2'
else
$TYPE=$1
fi
# Checa se o modulo de impressora estah carregado e o remove,
# se estiver
LP=`lsmod | grep lp | cut -f 1`
if [ $LP == "lp" ]
then
# Tira impressora
rmmod lp
fi
PPA=`lsmod | grep ppa | cut -f 1`
if [ PPA != "ppa" ]
then
# Insere ppa
modprobe ppa
fi
mount -t $TYPE /dev/sda4 /zipdrive
fi
Rodrigo Bernardo Pimentel <rbp@pobox.com>
PLACAS DE VIDEO AGP
Uma boa solucao, que vai servir pra uma serie de placas AGP de ultima
geracao eh dada na pagina do RedHat
Va neste espelho do ftp do RedHat
ftp://ftp.eecs.umich.edu/pub/linux/redhat/ftp.redhat.com
e entre no diretorio XBF
Eh um driver para uma serie de placas:
Tested Video Cards
* Real3D Starfighter AGP
* Diamond Stealth II/G460 AGP
Reported Working Video Cards:
* 3DVision-i740 AGP
* ABIT G740 8MB SDRAM
* AGP 2D/3D V. 1N, AGP-740D
* ARISTO i740 AGP (ART-i740-G)
* ASUS AGP-V2740
* Chaintech AGP-740D
EONtronics Picasso 740
* EONtronics Van Gogh
* Everex MVGA i740/AG
* Flagpoint Shocker i740 8MB
* Gainward CardExpert 740 8MB
* Gigabyte Predator i740 8MB AGP
* Hercules Terminator 128 2X/i AGP
* Intel Express 3D AGP
* Jaton Video-740 AGP 3D
* Joymedia Apollo 7400
* Leadtek Winfast S900
* Machspeed Raptor i740 AGP 4600
* Magic-Pro MP-740DVD
* MAXI Gamer AGP 8 MB
* Palit Daytona AGP740
* QDI Amazing I
* Soyo AGP (SY-740 AGP)
* VideoExcel AGP 740
* ViewTop ZeusL 8MB
* Winfast S900 i740 AGP 8MB
No readme ele explica toda a instalacao e tem tambem um xf86config proprio
que ja vem com essas placas.
Vale a pena, comigo funcionou beleza numa placa intel AGP 3D de 8 mb
falou
espero ajudar a todos
TATIANA
ZERANDO O WTMP
> "Antonio S. Martins Jr." wrote:
> >
> > > Como zero o wtmp?? (criar um arquivo novo)
> >
> > #mv wtmp wtmp.old
> > #touch wtmp
> >
> Putz, Antonio, eu não sou tão cru assim... (~;
> Queria saber se tem um "roll over" do tipo que vem no xtacacsd (tacupd
> -R)...
Use o logrotate. Configure-o para algo assim:
/var/log/wtmp {
monthly
rotate 0
}
ELIPHAS
IMPRESSORA EPSON LX 300
a impressora vc pode configurar no control-panel ... como epson
dot-matrix 9pins ....... se nao der certo use o apsfilter q vc acha em
ftp.cdrom.com/pub/linux/slackware-current/contrib
qualquer duvida --> ICQme 23929775
LINGUAGEM PARA TRATAR TEXTO
> Uns meses atras li sobre uma linguagem usada para tratar arquivos
> texto, os programas dessa tal linguagem eram mais ou menos assim:
> ...
> Sendo que o meio eh executado uma vez para cada linha. Nao consigo me
> lembrar o nome dessa tal linguagem. Alguem por aih sabe?
>
O nome da linguagem é awk
\|/ --- \|/ Augusto Cesar Campos - brain@matrix.com.br
IMAGEM DE HD
dd if=<device do hd a ser copiado> of=<hd de destino> bs=1024k count=<tamanho
do hd/particao>
faca backup antes !
aconselho a compactar tudo ( tar cvfzdp hd.tgz / ) , passar pro outro hd e
descompactar.
Carlos Eduardo Gorges
e-mail: carlos@racco.com.br
USO DE CD POR USUARIOS COMUNS
Estou com um problema q acredito ser bem simples sua solucao, mas
> devido a minha pouquissima experiencia com o Linux, estou "apanhando"...
> Somente o Root tem acesso ao CD-ROM no caso de escutar musicas, cd's
> de audio (pelo menos nao testei com cd's de soft.), Onde configuro isso ?
Quanto a acessar discos montados (CD-Rom), voce precisa colocar no
/etc/fstab a opção "noauto,ro,user", isto é, sem montagem automática,
read-only, e user accessible.
Para acesso a musicas é diferente, pois voce não precisa montar. O que
pode estar aontecendo é permissão de leitura no dispositivo (/dev/xxxx).
Veja qual dispositivo usado e as permissões de acesso. Voce pode usar
"strace -o strace.saida <comando para tocar musicas>" e depois analisar o
que ficou no arquivo strace.saida.
Um abraco,
Rildo
CRIANDO NOVAS PARTIÇÕES APÓS A INSTALAÇÃO
> E possivel utilizar o Disk Druid após a instalacao para criar novas
> partiçoes?
Após a instalação você pode usar o 'fstool'.
Roxo
WINDOW MANAGERS LEVES
O WM mais leve é, sem dúvida, o menos conhecido deles, e que está em
todas as distribuições : TWM
O 'twm' com um "session manager", como o 'xsm', é extremamente leve e
funcional. Só que usualmente ele não tem um "look'n'feel" 3D, e por isto
as pessoas não gostam de usá-lo. As fres^H^H^H^Hflexibilidades usuais dos
"desktops" não estão presentes nele.
Uma outra opção seria usar o FVWM. É este que eu uso normalmente, tanto
no Linux como no AIX, IRIX, Solaris e outros Unices. Também é bastante
leve e funcional. Este era o que eu usava quando tinha o meu jeguinho (
486SX33 ), tá certo que o Netscape levava um tempinho para abrir, mas eu
conseguia usá-lo.
Roxo
-----------
> Quer uma interface leve?? flwm, wm2, ou entao o enigmatico twm
> (isso sim que eh interface simples! Nao tem nem como chamar um programa
> (soh via xterm))... eu particularmente uso a flwm... se quiser eu te passo
Isto não é verdade. Você pode usar o 'xsm' ( X Session Manager ) ou
configurar o '~/.twmrc' para configurar os menus. Você não terá ícones
poluindo o seu terminal. ;)))
Roxo
------------
OK, vou dizer os WMs (Window managers) que normalmente uso (gosto de
cambiar de cando em vez...)... flwm (baseado na Fast Light Toolkit, fltk)
é o que uso ultimamente, icewm, wm2, scwm...
Tudos eles sào pequenos, nâo embotan a pantalha com estúpidos e inúteis
iconos e coisas semelhantes e o mais importante: sâo rápidos e mui
cómodos pra um programador: podes lanzar vários xterm (ou no meu caso
rxvt) e teis workspaces pra tirar os grandes programas (netscape pra ler
a documentaçâo, o tkdesk pra fedelhar com os ficheiros, etc...)
Persoalmente atopo o KDE, WM, FVWM e similares (Afterstep é uma
modificacçâo do fvwm) molestos, incómodos de usar e ademais quitan
recursos ao wish, ao python e ao gcc... sâo proibidos no meu GNU/Linux... :)
De feito, os verdadeiros programadores perdem o tempo lendo manpages e
configurando o Makefile, nâo o WM.... ;)
saudos dende uma fria Galiça,
d@
WMWARE
ja' estou usando o VMWARE em casa e nao tenho do que me queixar. Apenas
coloco os seguintes pontos:
- Instalacao trivial; (conferir INSTALL)
- Para rodar o Win95, instalei o MS-DOS, dentro da maquina virtual,
instalei os drivers de CD-ROM depois instalei o Win95 de dentro do
CD-ROM... (o MS-DOS particionei o HD virtual, formatou e intalou o dos
na boa)
- Ele se comunica perfeitamente com o Linux como se fosse outra maquina
na mesma rede, inclusive com outro IP;
- Se for configurado IPFWADM, e etc, o Win95 tambem acessa a Internet
atraves do Linux, consequentemente;
- Nao me aprofundei em possibilidades de rodar um MS-Win ja' instalado
em outra particao...
No mais, pra mim vale a pena.
ELLERY
ARQUIVOS CORE
o arquivo core e utilizado pelo SO para copiar os dados, carregados na
memoria, oriundos de um programa q tentou ser rodado mas q foi interrompido
por um em erro. Ele e muito util para debugar os problemas, mas tomam muito
espaco.
-------------
O core e' uma imagem ou copia da memoria que o aplicativo estava usando quando
ele causou uma exessao, ou seja, deu um problema.
Eles servem para quando voce estiver usando um aplicativo com dados super
importantes e ele der problemas e ser kilado. Voce tem como recuperar esses
dados ( nao e' facil ) a partir do core.
Carlos Eduardo Gorges
-----------
O arquivo /proc/kcore nao pode ser apagado! E' a memoria ram da sua
maquina.
[]s Christian
INSTALAÇÃO DO GNOME 1.0
Você baixou o diretório /redhat/ inteiro do FTP?
caso afirmativo:
rpm -Uvh --nodeps --force *rpm
que deverá resolver.
[]'s
Raul Dias
PÁGINA DO PROJETO DO LIVRO
So para avisar o pessoal, coloquei uma página com os tópicos,
http://www.ufba.br/~kroger/linux/livro/projeto.html
CONTRUINDO RPMS
> Naum sou programador ainda.... :) mas.. traduzir software jah dah
> pra comecar... soh pergunto uma coisinha... se pego um software, como o
> WxFTP por exemplo, como faco pra ele comecar a usar o gettext, traduzi
> metade dele direto no codigo, soh depois que descobri esse tal de
> gettext, como usa-lo, documentacao, etc...
> Como o Arnaldo fez com o rpm ( acho )
No caso do rpm eu só traduzi. Internacionalizei: minicom, fetchmail, parte
do util-linux, newt, dialog, net-tools, discos de instalação do Conectiva
Linux, etc.
> Como crio os .po e como faco pro software usa-lo, outra
> questao...
O melhor mesmo é ver um exemplo simples, recomendaria baixar uma versão do
mouseconfig, programa pequeno e já internacionalizado, disponível em
ftp://ftp.conectiva.com.br/pub/conectiva/3.0/SRPMS/mouseconfig*src.rpm.
Siga estes passos:
1. obtenha o mouseconfig*src.rpm (pacote com os fontes utilizados para
gerar as rpms para cada plataforma. Ex.: mouseconfig*i386.rpm para a
plataforma intel, mouseconfig*alpha.rpm para a plataforma alpha, etc)
2. instale-o:
rpm -ivh mouseconfig*src.rpm
3. vá até o diretório /usr/src/redhat/SOURCES
4. descompacte o mouseconfig*tar.gz ou mouseconfig*.tar.bz2
5. procure a rotina main e veja as chamadas a setlocale, bindtextdomain e
textdomain, veja a documentação para estas rotinas através do comando
info gettext
6. vá até o diretório po e veja o Makefile, como ele chama o xgettext, que
é usado para extrair as mensagens marcadas com _() e N_() nos fontes.
Mas recomendo assinar a lista lie-br, pois a mesma é dedicada
especificamente à internacionalização e tradução de pacotes de livre
distribuição e já está com umas 130 pessoas que poderão te ajudar com mais
rapidez.
> Puxei um source da net este em formato .tar.gz descompactei ele e
> tinha la.. ./configure && make && make install pronto tenho tudo
> compilado e que vai rodar em minha maquina.... pergunta, como faco para
> criar um .rpm a partir deste codigo binario compilado, OBS: Nao tenho a
> menor ideia de como fazer isso :) sejam claros :)) assim depois de puxar o
> source da net traduzo, compilo-o, crio o .rpm e mando pra net, conectiva
> sei lah mais onde OKz... to morrendo de vontade de fazer esse trabalho soh
> naum sei como....
>
> Thiago Martins
- Arnaldo
CONFIGURAÇÃO DO LILO
edite o arquivo de configuração do lilo em /etc/lilo.conf
certamente neste arquivo já terá as configurações para iniciar o linux,
basta adicionar no final do arquivo o seguinte:
---------------------------- inicio
other = /dev/hda1
label = win95
table=/dev/hda
-------------------------- fim
obs: vc deverá alterar "hda1" para a partição correta e "hda" coloque a
tabela correta.
Se o HD for primary master será hda1 e hda, se for primary slave será hdb1 e
hdb, se for secondary master hdc1 e hdc; e assim por diante.
Quando aparecer: "lilo boot", digite linux ou apenas enter para entrar no
linux e win95 para entrar no windows.
------------
O HD master pode ser qualquer um, o lilo gerencia isso. Pode deixar o master
com o Windows e instalar o Linux no Slave ou Secondary master/slave. No
final da instalação o linux pergunta onde quer instalar o lilo. Instale-o no
MBR do master.
Para iniciar o Windows, vc deverá configurar o lilo. Entre no linux e edite
o arquivo /etc/lilo.conf e adicione o seguinte:
--------------inicio
other = /dev/hda1
label = win95
table = hda
--------------fim
ps: essa conf. é para windows instalado no Primary Master!
Ozéias Rocha
DBF X MSQL
Bom se o programa for em Clipper ele tem DBF e se tem DBF ele
pode ser importado pro MySQL ( SQL ) entao teria algo mais simples e
bem mais apresentaver.
Sem falar nas facilidades pois so necessitaria de uma maquina
com algum browser ee o PHP3 + Apache para manipular o banco de dados
imclusive poderia disponibilizar para o usuario uma visualizacao de
como andas o pagamento dele no provedor unclusive ele poderia fazer a
atulizacao de seus dados via web mesmo.
Seria um bom diferencial para seu provedor em relacao aos ou
tros provedores nao acha???????
Poderia ate fazer algo semelhante o que tenho por aqui tipo
poderia controlar o provedor inteiro via WEB ( relacao de acesso e pa
gamento ), poderia bloquear o acesso, poderia disponibilizar as horas
usadas, usuarios conectados, alteracao de senha e tudo mais o que es
tivesse em sua mente pois com o SQL me abriu um leque de opcoes imen
so que eu nao vislumbrava a tempos atraz.
Hoje sou um defensor de Linux + SQL + Apache + PHP3 para uma
administracao de provedores de pequeno e medio porte pois traz uma
simplicidate no controle total do usuario que no meu caso eu nao ti
nha ideia de como podria ser feito.
Para quem quer testar nao ira se arrepender pois e otimo e eu
vou terminando por aqui se nao hehehe fico falando, falando e falando
e o ideal e testar e comprovar o que estou dizendo.
Robney C. P. Issa
ACENTUAÇÃO EM CLIENTES DE E-MAIL
Acentuação em E-Mail
Novidades
* 21/03/1999: Criado.
Muita gente diz que no Linux você não consegue mandar mails com acentos.
Isso não é verdade.
O que você precisa é de um programa que suporte letras acentuadas, e
configurá-lo corretamente. E isso não é uma exclusividade do Linux: é a
mesma coisa com aplicativos do Windows ou de qualquer outro Sistema
Operacional. Se o suporte for falho, você vai ter problemas em enviar
mensagens acentuadas.
Para exemplificar: a versão em japonês do InternetMail e do InternetNews da
Microsoft usava, como padrão, caracteres não compatíveis com a Internet.
Você enviava uma mensagem, e apenas pessoas que usavam o InternetMail
conseguiam ler a sua mensagem. Não sei se isso foi corrigido no Outlook, mas
a imagem da Microsoft ficou bastante comprometida entre os usuários mais
experientes.
1. Conjunto de Caracteres (charsets)
Antes de mais nada, devemos saber o que são os charsets.
1.1. Charsets
Quando o computador foi criado nos Estados Unidos, eles criaram uma tabela
de caracteres com o alfabeto, números e outros sinais, como parênteses,
exclamação etc. Para isso, 128 caracteres eram o suficiente, e portanto eles
criaram um charset de 7 bits chamado ASCII.
Porém, no mundo existem vários países que usam letras acentuadas, e 128
caracteres se tornaram insuficientes. Assim, foram criados charsets de 8
bits (256 caracteres). Entretanto, mesmo 8 bits são insuficientes para
guardar todas as letras acentuadas e especiais que são usadas nas línguas
européias, sem contar os alfabetos cirílico (Rússia) e grego, que são
totalmente diferentes dos alfabeto que nós usamos.
Assim, foram criados vários charsets de 8 bits, e normalizados pela ISO
(International Standardation Organization). Todos eles são compatíveis com o
ASCII nos primeiros 128 caracteres, diferenciando-se entre si nos últimos
128 caracteres.
Se você quiser ler um texto em russo ou em sueco, basta mudar o charset (se
o programa suportar, é claro). Um programa corretamente implementado não
deve ter dificuldade em mostrar várias línguas.
Para alguns países da Ásia, onde se usam ideogramas, o charset é de 16 bits.
Nesse caso, os aplicativos devem ser modificados para poderem trabalhar com
esses caracteres.
Devemos nos lembrar também que, dentro de um mesmo país, pode haver mais de
um charset sendo usado. Por exemplo, aqui no Brasil usamos o ISO-8859-1 no
Linux, e o IBM 850 no DOS, que são incompatíveis. No Japão, existem 3
charsets diferentes (JIS usado na Internet, shift-JIS usado no
DOS/WIN/MacOS; EUC usado no UNIX).
Os charsets mais usados aqui no Brasil são:
* ASCII: charset de 7 bits, sem os caracteres acentuados. É o padrão nos
Estados Unidos.
* ISO-8859-1: charset e 8 bits, com caracteres acentuados usados nos
países da Europa Ocidental. O português é incluído nesse charset.
* IBM 850: charset de 8 bits, usado no DOS. Muita gente já deve ter
percebido que os caracteres acentuados escritos no DOS ficam "errados"
no Windows9x ou no Linux.
1.2. Limitações dos charsets atuais
O problema é: você só consegue usar um charset por vez. Portanto, você não
consegue ler um texto que tenha letras acentuadas em português e alfabeto
cirílico (charset ISO-8859-5) ao mesmo tempo. Outro exemplo: você manda um
texto em português para um amigo que mora na finlândia (charset ISO 8859-4).
Ele pode ter dificuldades em ler o texto se estiver usando um sistema
operacional finlandês que não permita mudar de charset.
Para solucionar esses problemas, um novo código de 16 bits (65536
caracteres), chamado de Unicode, pretende padronizar todos esses charsets em
um. Isto é, você poderá ler caracteres europeus ou asiáticos sem ter que
mudar os charsets, e ao mesmo tempo!
A princípio, os arquivos somente com alfabeto ficariam maiores, pois usariam
2 bytes por caracter ao invés de 1 byte. Para evitar isso, foi criada uma
forma alternativa para o encoding do Unicode (UTF-8):
1. UTF-16: os caracteres são definidos em 16 bits, com possibilidade de
expansão para mais de 1 milhão de caracteres.
2. UTF-8: usa caracteres de bits variáveis. Um caractere alfabético usaria
apenas 7 ou 8 bits, e caracteres asiáticos usariam 16 bits.
Mas ainda persiste um problema: japoneses, chineses e coreanos (que seriam
os mais beneficiados pelo Unicode) não gostaram muito da maneira com que a